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Doria agora quer levar mérito pela cloroquina #BolsonaroTemRazão

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Cloroquina sendo disputada – Doria, afirmou que foi David Uip que sugeriu ao Mandetta, que distribuísse a cloroquina na rede pública do país.

A declaração foi feita no no início da tarde desta terça-feira (8) durante coletiva de imprensa e, deste modo, Doria tenta atribuir ao governo os créditos pela indicação de uso da cloroquina no combate ao vírus chinês.

Até o momento, o Ministério da Saúde trata o uso do medicamento com “cautela” alegando a falta de estudos suficientes que comprovem a sua real eficácia do medicamento.

Vale lembrar que em 21 de março, o presidente Jair Bolsonaro já anunciava que os laboratórios do exército brasileiro ampliariam a produção de cloroquina para que o medicamento fosse usado no combate à Covid-19.

A notícia gerou repercussão majoritariamente negativa e o presidente era acusado de indicar um medicamento que não tinha eficácia comprovada.

O presidente Jair Bolsonaro SEMPRE defendeu o uso da cloroquina para o tratamento da Covid-19. Na comunidade cientifica, não há consenso sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde diz que a cloroquina é um medicamento promissor, mas alerta que ainda não há evidências científicas suficientes para assegurar a eficácia e a segurança desse tratamento contra a Covid-19.

Atualmente, o medicamento tem sido utilizado no tratamento de médicos, prefeitos, secretários de cidades que foram infectados. Todos parecem apresentar rápida melhora após o uso da cloroquina.

A dúvida que em momento algum é sanada em meio a tantas coletivas e entrevistas na imprensa é se para pacientes comuns, que estão em estado grave, o medicamento também está sendo oferecido, já que, segundo os dados do próprio Governo de São Paulo, já são 667 mortes pelo vírus chinês, sendo 114 em apenas em um dia, como ontem.

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