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8/1: Saiba quem são os dois PMs do DF soltos por Alexandre de Moraes

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Os últimos dois policiais militares do Distrito Federal presos pelo 8 de Janeiro receberam liberdade provisória nesta quarta-feira (29/5). O tenente Rafael Pereira Martins e o major Flávio Silvestre de Alencar juntam-se aos outros PMs investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que aguardam o julgamento em liberdade.

Rafael era chefe de um dos destacamentos do Batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na data dos atos antidemocráticos.

Já o major Flávio chegou a ser preso duas vezes pela Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações sobre supostas omissões.

A primeira prisão de Flávio ocorreu em 7 de fevereiro, após imagens mostrarem Flávio descer de um carro da PMDF e ordenar a retirada do Batalhão de Choque da lateral do Congresso Nacional. A decisão permitiu o acesso dos extremistas que participavam dos atos antidemocráticos ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele foi preso novamente em 23 de maio, na 12ª fase da Operação Lesa Pátria. Mensagens encontradas em investigações da PF mostraram Flávio enviando, em um grupo de PMs, a afirmação: “Na primeira manifestação, é só deixar invadir o Congresso”, durante os atos antidemocráticos contra o resultado das eleições de 2022, em Brasília.

Veja fotos de Flávio: 


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Sobre Rafael Martins

Rafael era 2º tenente no dia dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O pai dele chegou a escrever uma carta manuscrita ao ministro Alexandre de Moraes pedindo “misericórdia”.

Na carta, ele dizia que o filho era “apenas um 2º tenente, um oficial subalterno que apenas cumpre ordens”, e pedia que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) “veja o processo” em separado.

Liberdade

Moraes já havia concedido liberdade provisória, anteriormente, aos dois ex-comandantes da PMDF, Fábio Augusto Vieira e Klepter Rosa Gonçalves, e aos coronéis Jorge Eduardo Naime, Paulo José Ferreira e Marcelo Casimiro.

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