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Como atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes no DF

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Pais e responsáveis podem conferir o esquema vacinal em qualquer local de vacinação da rede pública; doses em atraso não exigem reinício da vacinação

Com o retorno às aulas, pais e responsáveis têm uma oportunidade para conferir a Caderneta de Vacinação de crianças e adolescentes e atualizar as doses que estiverem em atraso. A vacinação protege contra doenças imunopreveníveis, contribui para a redução da circulação de vírus e bactérias e fortalece a proteção coletiva. Caso alguma dose não tenha sido aplicada na idade recomendada, o esquema vacinal pode ser atualizado em qualquer sala de vacinação da rede pública, sem necessidade de reiniciá-lo.

O Calendário Nacional de Vacinação prevê imunizantes desde o nascimento até a adolescência. Ao nascer, são indicadas as vacinas BCG e hepatite B. Nos primeiros meses de vida, o esquema vacinal inclui pentavalente, poliomielite (VIP), pneumocócica 20-valente, rotavírus, meningocócica ACWY, influenza e covid-19. A partir dos 9 meses, é recomendada a vacina contra a febre amarela. Aos 12 e 15 meses, a criança recebe vacinas como tríplice viral, tetraviral, hepatite A e reforços contra doenças pneumocócicas, meningocócicas, difteria, tétano, coqueluche e poliomielite. Já aos 4 anos, são aplicados novos reforços da DTP, poliomielite, febre amarela e varicela. Entre os 9 e os 14 anos, meninas e meninos devem receber a vacina HPV4 em dose única.

É fundamental respeitar as idades e os intervalos previstos no calendário nacional. Mesmo quando há atraso, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para completar o esquema vacinal, sem reiniciar as doses já recebidas.

Atendimento

Os locais e horários de funcionamento das salas de vacinação podem ser consultados aqui. No mesmo endereço eletrônico é atualizada semanalmente, geralmente às sextas-feiras após as 18h, a relação dos pontos que oferecem vacinação aos sábados.

Para o atendimento, a orientação é que pais ou responsáveis apresentem: um documento de identificação da criança ou do adolescente; o Cartão SUS, quando disponível; e, preferencialmente, a Caderneta de Vacinação. O documento permite que o profissional de saúde avalie o histórico vacinal e identifique as doses necessárias. Caso a caderneta tenha sido perdida, isso não impede a vacinação: a equipe pode tentar recuperar o histórico e emitir um novo cartão, se necessário.

Agencia Brasília

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