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Revelado o esquema de Rodrigo Maia contra Bolsonaro

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O esquema de Rodrigo Maia contra Bolsonaro: Roberto Jefferson fez uma declaração óbvia e polêmica sobre a dinâmica de poder articulada por Maia, para se perpetuar no poder e, como cereja do bolo, entregar o presente que os setores políticos de oposição, centrão e isentões tanto almejam: o afastamento do Jair Bolsonaro da Presidência da República e a sucumbência total do plano estratégico econômico de Paulo Guedes, que daria início a uma forte agenda de retomada de crescimento do país, como já vinha acontecendo desde o início de 2019.

O plano é muito simples: o Rodrigo Maia acata o parecer jurídico que supostamente fundamenta o pedido de impeachment do Presidente e, em contrapartida, exige que o Congresso, unificado pela maioria composta do central e a esquerda, colaborem para que a PEC desenterrada pelo Rodrigo Maia tenha a sua aprovação para que ele permaneça no poder.

Talvez esse seja o jogo mais vil e sujo contra a vontade majoritária popular na história, uma vez que Jair Bolsonaro conta com uma base de apoio popular expressiva e um número considerável de pessoas que ainda o acham regular, ultrapassando quaisquer índices de rejeição total, o que concretiza uma atmosfera completamente distinta das que vigoraram durante a época da Dilma Rousseff e Fernando Collor.

Vale lembrar que o processo de impeachment, tomado como base os casos anteriores, só acontece quando uma série de requisitos pretéritos são preenchidos para que haja viabilidade sem resistência popular, com fundamentação jurídica e transição pacífica entre os ocupantes dos cargos.

É válido observar que ambos os Presidentes já impedidos, tanto Dilma quanto Collor, contavam com forte e expressiva rejeição popular, além de manifestações pelo impeachment que pavimentaram a faceta política de todo o processo.

Não basta tão somente a fundamentação jurídica legítima, coisa que vigorou nos dois processos anteriores, mas também um vetor popular de incentivo para que o processo ocorra com total lisura e completamente desprovido de grande resistência civil.

Nenhum desses requisitos são preenchidos no caso do Presidente Jair Bolsonaro, e a fundamentação ventilada pelo ex-Conselheiro da OAB não encontra fortes evidências jurídicas e revela apenas a faceta obscura de uma conspiração política da mais suja que já testemunhamos na história.

O argumento exposto pelo então advogado revela que o Presidente supostamente incorreu em crime de responsabilidade ao contrariar as orientações da OMS de combate à pandemia.

Essa alegação não faz o menor sentido, uma vez que as orientações da OMS não são imbuídas de caráter imperativo e todo o protocolo recomendado já está sendo executado pelas autoridades responsáveis em coordenação máxima pelo Ministério da Saúde. Vale lembrar que a OMS não possui constância nas suas orientações, muitas vezes demonstrando insegurança sobre recomendação de uso de máscaras e até mesmo declaração de que a quarentena horizontal talvez não seja suficiente para impedir a proliferação do coronavírus.

Portanto, embora estejamos passando por uma circunstância de medidas preventivas e combate à pandemia, isso não significa que ingressamos em um Estado de exceção, fundamentando a supressão provisória das liberdades civis e individuais, vigorando então o máximo da vitalidade e manutenção dos nossos direitos que devem ser resguardados mediante nossa Constituição – fator esse solenemente ignorado pelo próprio STF, governadores inescrupulosos e alguns prefeitos que estão brincando de ditadores ao tratar com extrema truculência cidadãos que até mesmo seguem recomendações da OMS de caminhar ao ar livre.

O que se ignora muitas vezes é que a própria OMS também divulga recomendações que implicam em cuidados para a manutenção do nosso sistema imunológico e constância na saúde mental, uma vez que a quarentena total pode culminar numa total quebra de rotina, desequilibrando a condição psicológica de milhares de pessoas, além das devidas recomendações de maximização do sistema imunológico através do consumo de vitamina D, o que pode ser abastecido através das caminhadas ao ar livre e com constante contato recomendado com a luz solar.

Portanto, toda a estrutura de argumentação que fundamenta o pedido de impeachment segue-se sendo completamente inválida, uma vez que desconsidera todo o sistema complexo de estudos e recomendações por autoridades de diversos campos da ciência, incluindo a própria medicina, epidemiologia, psicologia etc.

E para preencher todo o show de horrores temos também a ala que surfou na onda do bolsonarismo em 2018 da forma mais oportunista e vigarista possível inflamando a nova narrativa difamatória contra as recentes manifestações que predominantemente apoiaram novas formas de isolamento para que não haja o sacrifício da economia. Injustamente atribuída como uma manifestação completamente a favor da intervenção militar, essa é a nova narrativa do momento para a mídia abastecer seu arsenal de mentiras contra o Presidente, fortalecendo ainda mais a atmosfera de inviabilidade e desgaste através de constantes ataques irrefletidos.

O esquema de poder que almeja a manutenção da cleptocracia no nosso país procura resistência, e Bolsonaro parece ser um forte obstáculo para tudo isso. A inviabilidade da governança do Presidente Jair Bolsonaro, representado pela agenda chancelada por milhares de brasileiros de maneira democrática, é o novo mecanismo que a elite política e burocrática encontrou para que a renovação política não tenha o seu devido progresso e a velha forma volte a vigorar com loteamento de cargos e trocas de favores.

Os covardes que apoiaram e se aproveitaram da onda do Presidente Jair Bolsonaro já pularam do barco, e agora mostram-se a favor da agenda da velha política e da manutenção da supressão das liberdades individuais, o que curiosamente é completamente dissonante à suposta ideologia liberal de muitos esses que já desistiram no meio do caminho.

Temos então a nefasta reunião do STF e a corja do Congresso para impermear o andamento da agenda de mudança econômica e social encabeçada pelo Presidente e sua equipe ministerial, então faço-lhes uma pergunta: vocês realmente acreditam que tipos do Rodrigo Maia, Alcolumbre e as velhas raposas do STF realmente se preocupam com o interesse público, nossos direitos civis e com a manutenção do processo natural democrático manifestado pela eleição do Jair Bolsonaro? É óbvio e ululante que eles agem à despeito da vontade majoritária popular e lutam tão somente pela manutenção de tudo aquilo que há de mais podre e virulento no nosso país.

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