sexta-feira, 19 julho 2024
- Publicidade -
HomeDestaqueSociedades médicas lançam Aliança contra o Câncer de Pulmão

Sociedades médicas lançam Aliança contra o Câncer de Pulmão

Date:

Related stories

Conselho vota indicação de faixa de pedestre a Patrimônio Cultural Imaterial

Decisão sobre reconhecimento será tomada nesta sexta (19), às...

Sancionada Lei que cria os Conselhos de Juventude do DF

A Lei 7.529/2024, sancionada pelo GDF, foi apresentada pela...

Israel aprova resolução contra criação de Estado palestino

Texto obteve 68 votos a favor, em um Parlamento...

Haddad antecipa anúncio e diz que governo vai congelar R$ 15 bi em despesas

“São R$ 3,8 bilhões de contingenciamento e R$ 11,2...
spot_img

Objetivo é conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce

A Aliança Brasileira de Combate ao Câncer de Pulmão foi lançada nesta quinta-feira (16), durante o XXIV Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, no Rio de Janeiro. A entidade é composta pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT), a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CRB), a Sociedade Brasileira de Radiologia e a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP).Segundo o médico oncologista clínico e presidente da SBOC, Carlos Gil Moreira Ferreira, o objetivo da iniciativa é mobilizar a sociedade no esforço de conscientização da importância do diagnóstico precoce por meio de um conhecimento maior sobre a doença. Além disso, a ideia é influenciar tomadores de decisão no Ministério da Saúde e no Congresso Nacional a investir em rastreamento e tratamento dos pacientes.

“O câncer de pulmão é o que mais mata no mundo e no Brasil é um dos que mais mata. Em 2023, devem ter cerca de 2 milhões de casos diagnosticados no mundo, com 1,8 milhão de óbitos. É uma doença em que a mortalidade é muito semelhante à própria incidência”, disse Ferreira.

O médico explica que a sobrevida de quem é diagnosticado em estágios avançados passou de 9 meses para cinco anos. “Por outro lado, se a gente diagnostica os pacientes em estágio precoce, a curabilidade é acima de 80%. O desafio é realmente diagnosticar precocemente e não é difícil porque 85% dos casos estão relacionados ao tabagismo. Nos programas de rastreamento, baseados em tomografias periódicas, eles pegam a população de risco que deve ser acompanhada ao longo do tempo”.

O presidente da SBOC destaca que é uma doença que pode ser prevenida com a redução do tabagismo. O Brasil passou de 30% de fumantes na população para 9% em 20 anos. “A gente está vendo um aumento da incidência de tabagismo em jovens por causa dos cigarros eletrônicos que funcionam como uma porta de entrada para o tabagismo convencional. Já há dados sugerindo que os cigarros eletrônicos causam câncer de pulmão”, alerta Ferreira.

Agência Brasil.

Assine

- Nunca perca uma história com notificações

- Obtenha acesso total ao nosso conteúdo premium

- Navegue gratuitamente em até 5 dispositivos ao mesmo tempo

Últimas notícias

-Publicidade -spot_img

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here