- Publicidade -
HomeBrasilPotente furacão Melissa provoca ‘danos vultosos’ e inundações em Cuba

Potente furacão Melissa provoca ‘danos vultosos’ e inundações em Cuba

Date:

Related stories

Acaba nesta sexta prazo para empresas escolherem modelo do Simples

Reforma tributária antecipou escolha de regime puro ou híbrido Os...

Emissão de nota por prestador de serviço muda a partir de 1º de novembro

Em razão das novas regras da Reforma Tributária, os...

Trump diz que não tomou partido na eleição do Brasil porque Lula pediu

Presidente americano também disse que o pleito foi uma...

Economistas criticam usar corte de gastos para conter dívida pública

Após vitória de Lula, mercado cobra corte nas despesas...

Fenômeno superou a potência de alguns outros famosos, como o Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans em 2005

O gigantesco furacão Melissa deixou nesta quarta-feira (29) “danos consideráveis” em Cuba e agora segue em direção às Bahamas, como parte de uma trajetória devastadora na qual atingiu a Jamaica como a tempestade mais potente a tocar terra em 90 anos. Melissa provocou inundações em cidades e povoados, destruição de infraestruturas, centenas de milhares de evacuados, cortes de energia e cerca de trinta mortos na região desde o fim de semana. Na terça-feira, atingiu a Jamaica com a força de um furacão de categoria máxima 5 na escala Saffir-Simpson. E na madrugada de quarta-feira golpeou Santiago de Cuba, no leste da ilha.

O furacão perdeu força na tarde de quarta-feira e avança sobre o Atlântico com ventos sustentados de 155 quilômetros por hora. Ele se encontrava a 175 quilômetros do centro das Bahamas, para onde deve chegar à noite (no horário local), segundo o último boletim do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (CNH). Até o momento, o maior número de vítimas foi registrado no Haiti, que relatou nesta quarta-feira mais 20 mortos, elevando para 23 o total no país. Além disso, três pessoas morreram na Jamaica antes da chegada do furacão, três no Panamá e uma na República Dominicana.

Em Santiago de Cuba, o teto da casa de Mariela Reyes, dona de casa de 55 anos, foi arrancado e só parou ao cair no quarteirão seguinte. “Não é fácil perder tudo o que a gente tem. O pouco que você tem”, disse Reyes, desanimada. Na terça-feira, ela conseguiu guardar o televisor e outros eletrodomésticos na casa da irmã. A tempestade inundou casas e ruas, que no final da tarde de quarta-feira continuavam intransitáveis.

Assim que o perigo passou, moradores de Santiago de Cuba, a segunda cidade mais importante da ilha, com 500 mil habitantes, saíram de facão em punho para cortar árvores caídas e liberar as vias, constatou um jornalista da AFP. Nos arredores de Santiago de Cuba, algumas ovelhas morreram afogadas com a cheia de um rio e jaziam sobre o asfalto.

“Arrastando tudo em seu caminho”

- Publicidade - spot_imgspot_img
- Publicidade - spot_imgspot_img
- Publicidade - spot_img
- Publicidade - spot_img

Últimas notícias

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here